quinta-feira, 15 de abril de 2010

Que aperto!
Ser substituída em uma noite ou outra por uma qualquer nao me deixa pensar em mais nada.
Como se pode trocar o afago da pessoa amada por outro alguém? Eis os mistérios da mediocridade humana (especialmente masculina).
No Autocad, eu tento idealizar um novo projeto, na tentativa de apagar os tantos outros que eu já fiz um dia. Sem vontade de fazer mais nada, viro a noite e espero ansiosamente pelo dia seguinte. Nao quero amar mais ninguem, por enquanto.




Acabo de concluir algo que me preocupa: talvez eu nao queira esquecer.

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