segunda-feira, 27 de abril de 2009

Vez em quando entra pela porta de trás um orgulho besta, de fininho. Ele vem e vai embora, quando eu mando ele ir (ou quando alguém nota a sua presença). Não é bom tê-lo por perto, quero não encontrar-me com ele com tanta frequência. Pode ser?
Várias vezes já bati de frente com ele e fiz o que queria, mesmo achando que deveria esperar mais um pouco. Mais ainda? Esperar tem limite, e o tempo não espera por ninguém: arrasta-nos como grãos fininhos de areia, li em um livro.
Alguma sugestão? Outras coisas deveriam ocupar mais minha cabeça, mas não dá. É. Acho que fui subduzida por alienígenas verdes e estranhos. E talvez quem sabe eu nunca mais volte ao normal.

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