
Não sendo um robô ou uma pedra, tenho sentimentos e, portanto sou humana. Ser humano é ser assim, se bem que tem muita gente por aí com "coração de pedra", mesmo sendo de carne e osso. Emocionar-se é o que há de mais natural: não há como forçar choro e risos fingindo serem verdadeiros, só os atores são capazes de fazê-los. Imitando a vida real eles nos enganam o tempo inteiro sob um jogo de luzes e um fundo musical - e a gente bem que gosta.
Tudo isso acontece no cinema, que é onde os homens costumam se emocionar bastante. Ali cada detalhe foi cuidadosamente preparado para proporcionar ao grande público a efêmera vontade de estar na tela.
E no fim de um bom filme, a gente acaba é ficando mais um pouco, os créditos se tornam personagens e queremos mais uma vez. As luzes, inclusive, já não acendem mais como há algum tempo teimava em acender; é para deixar mais à vontade.
E não deu outra: veria mais uma, duas e outras tantas vezes O Curioso Caso de Benjamin Button. Não foi necessário cair lágrima de meus olhos. O filme é bonito como um todo e não em alguns trechos. E fala sobre como não podemos comandar o tempo, antes de mais nada. Muito bom.
Tudo isso acontece no cinema, que é onde os homens costumam se emocionar bastante. Ali cada detalhe foi cuidadosamente preparado para proporcionar ao grande público a efêmera vontade de estar na tela.
E no fim de um bom filme, a gente acaba é ficando mais um pouco, os créditos se tornam personagens e queremos mais uma vez. As luzes, inclusive, já não acendem mais como há algum tempo teimava em acender; é para deixar mais à vontade.
E não deu outra: veria mais uma, duas e outras tantas vezes O Curioso Caso de Benjamin Button. Não foi necessário cair lágrima de meus olhos. O filme é bonito como um todo e não em alguns trechos. E fala sobre como não podemos comandar o tempo, antes de mais nada. Muito bom.
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