Trocaram-me os globos oculares.
Eu só vejo o novo, o futuro.
Demorei, demorei, mas estou de volta!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Quando cansares da mentira
e ela não for mais tua amiga
Quando forem teus amigos
Tuas meninas, tua família
Quando não mais me escreveres
Como a malvada da história
Quando aceitares a derrota
E vires que nem sempre há glória
Quando me vires, assim
Em um filme qualquer
Ou na tua tevê
Ou na rádio, quem sabe
Serei eu cantando pra você
Cantando o teu perdão
O tempo haverá de ter corrido
Pois ele não passa, ele voa
E o mundo, tantas voltas
Há de ter dado
E eu ali, naquela tevê
Morrerei feliz, enfim
Se souber, um dia
Que de mim tiraste
Um aprendizado.
e ela não for mais tua amiga
Quando forem teus amigos
Tuas meninas, tua família
Quando não mais me escreveres
Como a malvada da história
Quando aceitares a derrota
E vires que nem sempre há glória
Quando me vires, assim
Em um filme qualquer
Ou na tua tevê
Ou na rádio, quem sabe
Serei eu cantando pra você
Cantando o teu perdão
O tempo haverá de ter corrido
Pois ele não passa, ele voa
E o mundo, tantas voltas
Há de ter dado
E eu ali, naquela tevê
Morrerei feliz, enfim
Se souber, um dia
Que de mim tiraste
Um aprendizado.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Perdão
Desculpai-me os poetas
porque só leio sobre o amor
Desculpai-me os rapazes
sou menina de um homem só
Desculpai-me coração
se te machuco, em vão
ao viver uma ilusão
se resta apenas o pó
Desculpai-me, por favor
Desculpai-me os poetas
porque só leio sobre o amor
Desculpai-me os rapazes
sou menina de um homem só
Desculpai-me coração
se te machuco, em vão
ao viver uma ilusão
se resta apenas o pó
Desculpai-me, por favor
Desculpai-me os poetas
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Reprovar uma cadeira na faculdade era tudo o que eu menos precisava.
Minha sensação agora é de fraqueza. Sentimento, vá embora!
Queria alguém ao meu lado nesse exato momento.
Texto redigido na faculdade, enquanto espero a outra aula começar.
Espero sinceramente do fundo das veias do meu coração, um dia poder rir de um ano chamado 2010.
Minha sensação agora é de fraqueza. Sentimento, vá embora!
Queria alguém ao meu lado nesse exato momento.
Texto redigido na faculdade, enquanto espero a outra aula começar.
Espero sinceramente do fundo das veias do meu coração, um dia poder rir de um ano chamado 2010.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Futuro do pretérito
Contigo eu iria até a esquina, eu ia até a padaria, só para passear na tua companhia.
Iria ao teu restaurante favorito, iria comer espetinho, eu não faria questão, meu amor.
Até comeria espetinho toda noite, e a gente alternaria no pedido: um dia carne, outro frango, outro queijo.
E seria assim até o fim de semana.
Contigo eu iria até para enterro. Até em enterro a gente se faria feliz.
Eu te faria milhares de cartas, até você enjoar da minha letrinha de menina.
E te faria desenhos apaixonados de nós dois, com letras de música.
Cantaria o dia inteiro aquela Bossa que era Nossa, de um tempo que a gente não viveu.
E chamava Vinícius e Toquinho para a tua festa, faria uma festa para ti, meu bem.
Com todos os teus amigos, e com surpresinha de uva e muita coca-cola normal, que é tua bebida favorita.
Te ensinaria a dançar forró quantas vezes fossem necessárias, te ensinaria direitinho, pra gente dançar abraçados.
Te contaria piadas, rolaria no chão da cozinha e te faria juras de amor.
Te juraria amor eterno, encheria teu coraçãozinho de Mim.
Mas não estás mais aqui, não estás mais.
Hoje eu vou até a esquina sozinha, na minha própria companhia, dou uma passada na padaria apenas quando
essa me for uma tarefa inadiável. E só como espetinho se não tiver uma outra coisa mais interessante
para comer, porque não estás mais aqui.
De nada me interessa a esquina, a padaria, o espetinho de três sabores. Muito menos o enterro.
Que me importa? Já não somos "Nós dois".
Iria ao teu restaurante favorito, iria comer espetinho, eu não faria questão, meu amor.
Até comeria espetinho toda noite, e a gente alternaria no pedido: um dia carne, outro frango, outro queijo.
E seria assim até o fim de semana.
Contigo eu iria até para enterro. Até em enterro a gente se faria feliz.
Eu te faria milhares de cartas, até você enjoar da minha letrinha de menina.
E te faria desenhos apaixonados de nós dois, com letras de música.
Cantaria o dia inteiro aquela Bossa que era Nossa, de um tempo que a gente não viveu.
E chamava Vinícius e Toquinho para a tua festa, faria uma festa para ti, meu bem.
Com todos os teus amigos, e com surpresinha de uva e muita coca-cola normal, que é tua bebida favorita.
Te ensinaria a dançar forró quantas vezes fossem necessárias, te ensinaria direitinho, pra gente dançar abraçados.
Te contaria piadas, rolaria no chão da cozinha e te faria juras de amor.
Te juraria amor eterno, encheria teu coraçãozinho de Mim.
Mas não estás mais aqui, não estás mais.
Hoje eu vou até a esquina sozinha, na minha própria companhia, dou uma passada na padaria apenas quando
essa me for uma tarefa inadiável. E só como espetinho se não tiver uma outra coisa mais interessante
para comer, porque não estás mais aqui.
De nada me interessa a esquina, a padaria, o espetinho de três sabores. Muito menos o enterro.
Que me importa? Já não somos "Nós dois".
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Essa noite tudo o que eu mais queria
Era uma ligação tua, um sinal de vida
Que me chamasses Marizinha,
Tô aqui no Centro, vamos nos ver
Que hoje é dia de renda
E a bóia vai ser boa
Vão tocar Beatles a noite toda
O esquema é o seguinte
A gente trabalha e ganha o nosso pão
E no meio da apresentação
A gente entra de fininho, abraçadinhos
Que é pra não atrapalhar o espetáculo
Mas sabe de uma coisa
Show bom mesmo é o nosso
O show que a gente faz quando tá junto
As tuas macaquices de menina
E as minhas piadas sem-graça
Que acabam sempre em beijinho
No palco, vai bem um Hold me tight
Que na platéia a gente canta gritando
Aos berros, a gente é bem feliz
E num piscar de ollhos, por um triz
Alguém me acorda, um barulho
E nem tudo é como se quis.
Era uma ligação tua, um sinal de vida
Que me chamasses Marizinha,
Tô aqui no Centro, vamos nos ver
Que hoje é dia de renda
E a bóia vai ser boa
Vão tocar Beatles a noite toda
O esquema é o seguinte
A gente trabalha e ganha o nosso pão
E no meio da apresentação
A gente entra de fininho, abraçadinhos
Que é pra não atrapalhar o espetáculo
Mas sabe de uma coisa
Show bom mesmo é o nosso
O show que a gente faz quando tá junto
As tuas macaquices de menina
E as minhas piadas sem-graça
Que acabam sempre em beijinho
No palco, vai bem um Hold me tight
Que na platéia a gente canta gritando
Aos berros, a gente é bem feliz
E num piscar de ollhos, por um triz
Alguém me acorda, um barulho
E nem tudo é como se quis.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Se há mistérios no mundo, um deles é a cabeça de um menino a quem muito eu já amei. Pra ele eu fui capaz de dar todo o amor que tinha dentro de mim, e continuaria fazendo o mesmo, sem culpa, caso ele provasse que era de seu merecimento. Mas isso já é um outro ponto.
De tanto analisar a sua personalidade, penso que talvez ele finja para si mesmo que sofreu com nosso rompimento, inventando um sentimento que ele nunca teve de fato. O que significa então, que ele pode ser um psicopata.
Isso não é brincadeira. Não sei se tenho pena dele ou de mim, por ter me apaixonado tão perdidamente. O que existe é uma confusão de pensamentos e talvez não chegue a nenhuma conclusão.
Afinal, o mistério continua.
De tanto analisar a sua personalidade, penso que talvez ele finja para si mesmo que sofreu com nosso rompimento, inventando um sentimento que ele nunca teve de fato. O que significa então, que ele pode ser um psicopata.
Isso não é brincadeira. Não sei se tenho pena dele ou de mim, por ter me apaixonado tão perdidamente. O que existe é uma confusão de pensamentos e talvez não chegue a nenhuma conclusão.
Afinal, o mistério continua.
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