Você é a pessoa na qual eu mais me inspiro, talvez seja por causa do seu jeito engraçado, por tocar violão tão bem. Lembro de quando me falou que seus namoros sempre acabavam com serenatas e de tantas outras histórias que já me contastes. Sei que pareço muito com você, vejo meus olhos fundos afogados em um rosto incomum: sou eu com alguns outros detalhes.
Gosto tanto de você que até quando levo reclamação quase nunca fico com raiva, embora aparentemente demonstro o oposto. Me vejo em você, meu admirador secreto favorito.
Por um ângulo maior do que o natural, és bem mais do que um pai, és também um grande amigo e outras coisas, nem me lembro.
Cresci ouvindo suas músicas, que passaram a ser as minhas favoritas. Sempre foram poesias gostosas para meus ouvidos e continuo roubando quase toda a sua caixinha de cd´s antigos.
Ficava irritadíssima quando não sabia dizer a cor do cavalo branco de Napoleão e falar rápido quanto dava 1+1-1+1. Hoje sei que o cavalo de Napoleão era branco, mas podia ser de quantas cores eu quisesse. Continuo não sendo tão boa em cálculos, mas não há nada mais exato do que o meu amor por você.
Um beijo, Marília.
Um comentário:
moça munita
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