sábado, 13 de setembro de 2008
Sem título (e sem foto)
Era uma pessoa antes de tudo, nada sincera consigo mesma. Certas vezes tivera um pingo de inveja de pessoas que falam exatamente o que se passa na cabeça, doa em quem doer. Em suas constantes conversas com o seu eu interior, podia descobrir quem existia por trás de um rosto simpático e tantas vezes divertido. Não que não fosse divertida! Só que era capaz de guardar para sempre sentimentos e não contar para ninguém. E usava um bocado disso para conseguir chegar no final da semana mais ou menos bem. A partir desse dia - dia em que começou a dialogar em um eterno jogo de perguntas e respostas - tudo virou motivo de conflito maior na sua cabeça. Se estuda na biologia que o bulbo é o responsável pelos batimentos cardíacos, fica se perguntando quem seria o responsável por roubar seu coração e seu pensamento por um milésimo de segundo. Palavras pareciam sair soltas e sem nenhuma ordem predeterminada, tirando seu sono já tão cansado e esperançoso por outros sonhos melhores. E fim.
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Um comentário:
:O
nada mais.
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