quarta-feira, 30 de julho de 2008

Why can´t we just rewind?



Acabo de ver duas vezes seguidas PS: Eu te amo. De verdade. Não sei nem como eu aguentei, foi só pelo fato de que não tinha nada mais interessante para fazer, juntando com um outro fato de que eu achei lindo, o filme! Igualmente são os galãs..
Não preciso de uma superprodução para me apaixonar por um filme, basta apenas um conjunto de fatores que me agradem e que estejam em harmonia entre si: música, roteiro, palavras. Mais do que isso: cada palavra deve estar perfeitamente posta no roteiro no momento certo, e tem ainda que puxar uma música que por si só deixe os espectadores de coração apertado. Eu sou assim mesmo, o que eu posso fazer? Os Beatles também tem letras bregas de amor, e nem por isso deixam de ser a minha banda favorita de todos os tempos. Falando nisso: tem a música deles, Ps: i love you.
É como em Closer, acabei gostando mais do que deveria gostar, tudo isso por causa de "The blowers daughter". Além, é claro, de contar com a presença de nada mais, nada menos que Jude Law e Natalie Portman. Tá aí, outro que eu não canso de assistir.
Gosto sempre de acabar um texto com algo que possa fazer com que o leitor fique com seus pêlos do braço elevados, mas definitivamente não consigo achar as palavras certas. Assim, acabo com um trecho do filme:
"Gerry wasn´t good with words; he prefered music".



PS: Adivinha!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Mais do que batido



Até o meu cachorro está cansado de saber que o que leva a sociedade a se tornar mais igualitária, mais justa e menos violenta é a educação, primordialmente. Portanto, investimentos nesse setor deveriam ser prioridade nas metas dos governos de países subdesenvolvidos. Investe-se bastante na economia, mas pouquíssimo no social, no bem-estar das pessoas.
Hoje, há provas mais do que concretas que mostram que a educação é a palavra-chave que falta no governo dos países pobres do planeta. No Japão as crianças desde cedo já sabem a profissão que irão exercer quando adultos, o que mostra a segurança de um povo sábio que dá exemplo aos demais.
A educação garante ainda perspecitivas de melhoria de vida das pessoas, elas passam assim a almejar o impossível, e de fato: chegam bem perto.
Não é viável para muitos países que a nação seja provida de conhecimentos, pois isso significaria dizer que as pessoas passariam a pensar mais na hora de eleger os presidentes, além de contestarem medidas governamentais, etc.
Enquanto isso.. sonhamos com o irreal, embora sem tantos artifícios. Tá, uma coisa que eles não podem impedir, que não podem tirar de nós. Pensar que um dia, quem sabe, um simples pedaço de madeira revestindo um longo fio de grafite passe a ser tão valorizado quanto pelo povo de olhos puxados.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

f-é-r-i-a-s

Férias é um tempinho que a gente tira pra fazer o que a gente mais gosta. Um tempo pra cuidar da gente, dá tempo de fazer tudo que é bom quase ao mesmo tempo! Digo, acordar tarde, comer tudo que vier a nossa frente (isso eu já faço durante o ano..), passar o dia afundando que nem o Titanic na cama ao ver como Dicaprio está lindo em todas as cenas do filme, se tornar cliente vip cinco estrelas da locadora mais próxima, ir á praia e admirar as belezas naturais e as beldades masculinas, ler um bom livro e até retroceder alguns anos-luz e fazer castelinhos de areia!
Sei só que essa palavra "férias" soa bem nos meus ouvidos, além de trazer uma alegria imensa! E mesmo que eu não faça castelinhos de areia ou vire cliente vip da locadora, nada vai estragar a minha concepção de férias, até porque é sempre muito bom ficar em casa e esperar o telefone tocar:
- Alô?
- Ah, desculpa, ligue no fim do mês. É que eu estou de férias..
- Sim, claro.. é só pra falar que a pizza já está chegando dentro de dez minutos.
- Hehehehe! Certinho! Traz troco pra vinte?

domingo, 6 de julho de 2008

Não mais uma história



Ás vezes quando nos sentimos um pouco para baixo, bem no sentido figurado da coisa, não devemos abaixar ainda mais a cabeça; Devemos olhar para cima, como diz o Chef Auguste Gusteau, de Ratatouille. Este, é um diferente daqueles outros que todo mundo já está cansado de ver, as histórias de princesas e os contos de fadas! A magia está no fato de um rato ser amigo de um humano, e tudo acontece na cidade mais bonita do mundo, Paris. O cenário faz a gente até desconfiar que aquilo foi feito pelas máquinas computeiras, e a história, de tão distante se torna mais real do que nunca. Um rato que queria ser cozinheiro, uma chance de mostrar quem você realmente é, independente de onde você veio, seja de um lixeiro cheio de outros ratos, seja lá o quê mais. Algo que aprendi neste filme: Inspiração, Perspectiva, Coragem. Um bocado de lições, para apenas um desenho animado.