domingo, 13 de março de 2011

Eu sinto uma saudade engracada do que nunca existiu:
De te olhar e me enxergar em voce nesses teus olhos semiabertos
Do Eu Te Amo que voce nunca me disse
Do medo que voce nunca teve de um Voce Sem Mim
De conseguir alcancar na tua alma as tuas feridas e tentar cura-las

Tambem tenho saudade do que aconteceu:
De te ver envolvendo com os bracos todo o comprimento do meu corpo, enquanto o vidro escuro embacava
De fazer videoclipes apaixonados nos acordes do teu violao
De te observar na cama, sereno, com medo de te perder mais uma vez
O que eu sinto aqui nao tem nome, cor, cheiro, forma, tamanho, barulho, aparencia.
O que eu sinto aqui tem apenas consistencia.