terça-feira, 13 de maio de 2008

Feliz de graça! (leseira)



Como é bom receber surpresas dos nossos amigos, não? Aliás, surpresas são sempre bem-vindas, servem para quebrar um pouco essa rotina chata diária, pra deixar a pessoa mais feliz, pra trazer uma alegria grandona, entre outras coisas.

Quem nunca teve uma festa surpresa aqui? Ah, meus caros, saibam que é uma coisa muito legal, saber que os outros fizeram uma festa pra você. O ruim é, ás vezes, não estar preparado para aquilo - vestuários, emoção, ataque epiléptico - e se sentir um pouco desconfortável no início, saiba que isso é ultra normal.

Mas só em chegar lá e ouvir todas as vozes formando um coral perfeitamente entoado gritar "SURPRESA!" já vale bem a pena.


(Não que eu tenha ganho uma festa surpresa hoje, ou algo do tipo! Mas recebi uma mensagem linda de uma amiga e fiquei feliz! Ahahahahahaha)

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Você acredita em quê?



"I don´t believe in Beatles. I just believe in me. Yoko and me, and that´s reality"
Essa canção mostra um outro lado do John Lennon, completamente diferente daquele que compôs a música "Imagine", que é uma outra que me traz uma sensação de paz, uma música que fala de esperança. Embora eu prefira a primeira, chamada "The dream is over".
Engraçado ver como as pessoas têm opiniões adversas sobre o que elas acreditam ou deixam de acreditar. Eu, por exemplo, acho que acreditar em alguma coisa na vida já é um passo muito grande, é o ponta-pé inicial para conseguir alcançar um objetivo. Como diz o meu pai, "você deve sonhar mais alto do que você pode, se você pensa do seu tamanho, vai realizar algo menor ainda" e eu realmente acredito nisso.
No mundo de hoje, as pessoas têm menos em menos fé. Seja em Deus, ou em qualquer outra coisa. Acreditar é ir além das coisas que a gente pode ver, pode explicar. E há muita coisa nesse mundo que nem os maiores cientistas puderam provar, resta-nos a fé. Deus é muito maior do que tudo isso, é uma força tão grande que não cabe á nós questionar, contudo é fato que apesar de toda a crença, sempre haverão dúvidas, questionamentos; a maioria deles, desculpem-me a franqueza, ficarão sem resposta.
"You may say i´m a dreamer. But i´m not the only one. I hope someday you join us, and the world will be as one." Acho sinceramente que essa é mais a cara dele.

sábado, 10 de maio de 2008

Mãe é mãe!



Mãe é, antes de tudo a pessoa mais corajosa desse mundo: não é nada fácil carregar uma bola de futebol durante 9 meses, para logo depois ter uma dor que é considerada a 3a pior dor de todas*: a dor do parto. Se é que eu tenho um fio de noção da intensidade, os filmes e novelas são capazes de provar que não é nem um pouco agradável.


O nascimento do bebê: depois de tanto sofrimento, enfim chegou a parte boa! Deve mesmo ser muito vibrante ver um monstrengo e saber que ele saiu de dentro do seu corpo, saber que um dia ele vai acabar conseguindo pronuciar corretamente a palavra "mamã".


Mas depois, o bicho cresce e vira um verdadeiro pestinha e é dor de cabeça que não acaba mais! É colégio, é tarefa, é noite mal dormida, é "abre a boca que lá vem o aviãozinho". Êta trabalhão!


Ser pai também é difícil, mas não se compara ao "suor" materno, além do leite, é claro! E até porque, querendo ou não, a gente sempre avisa primeiro as coisas á nossa mãe, é ela que está o tempo todo a par de tudo, sabe de todos os seus passos (ás vezes ela exagera, e persegue mesmo).


Mas.. mãe é mãe não é mesmo?! E não, eu não acho que toda mãe seja igual. A minha por exemplo, é loira e só quer o bem dos filhotes, da família. Seu maior sonho: quadruplicar a família, um fogão novo (que ganhou hoje, do meu pai), e pisar em todos os lugares do planeta Terra. O que ela quer mesmo é o bem de todos, posso dizer com total convicção que ela é quase uma Santa, a minha mãe. Nunca vi mulhé mais besta, uma manteiga derretida (e como ela adora manteiga!)


Pensando direitinho, descobri que mãe é uma espécie de ser mágico, uma maga do bem. Como é possível ela saber de todas as coisas, e ainda prever acontecimentos, os quais a gente quase sempre nunca escuta? Talvez seja pra que depois ela chegue e fale: - Eu num avisei?!


E ela avisa, aconselha, repete, o tempo inteiro. Mãe é mãe, não é mesmo?

domingo, 4 de maio de 2008

Você acredita na tevê?



Vendo um programa na televisão, me parei por um bom tempo e perguntei ao meu eu: "O que passa na tv é verdade?" Pensando bem, vi que meu pensamento fazia um pouco de sentido, se você analizar os programas que temos hoje. Seria tudo um grande espetáculo de enganação, para que os telespectadores pudessem entrar nesse mundo estranho e irreal da televisão?

A resposta, acho eu, nunca vou descobrir. Porque "os grandes" não serão capazes de revelar esse tipo de coisa, além de arriscar a própria imagem.

Só fico com uma coisa martelando a cabeça, pá, pá, pá! Como é que um ser pode ficar natural diante de câmeras que focam locais inóspitos do seu eu, inclusive os seus tímpanos? Isso é um tanto exagerado, mas não consigo entender. Tiro isso por mim, embora eu não seja o melhor exemplo para ser exemplificado. Timidez excessiva, odeio câmeras me filmando. Fico tentando sempre ficar no melhor ângulo, na melhor pose (assumi, pronto!).

Sintetizando: não acredito em Big Brother Brazil, Troca de Esposas, O Aprendiz, nenhum desses reality-shows que todo mundo mata e morre pra acompanhar, não acredito mêsmo aí! Quem quiser que venha me falar que eu tô errada, mas é fato que isso tudo é pura farça! (auhiuauaiuah me revoltei!)

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Sol de óculos


Por que será que as crianças adoram desenhar sóis com óculos? O meu desenho, por exemplo SEMPRE tinha um sol amarelo de óculos escuros AHAHAHAHA que ridículo!
Pra quê um sol usaria óculos, hã? Até parece que iria melhorar a visão dele!
Ahh, sim. Talvez fosse pra dar um arzinho de: "Moroo num país tropical abençoado por Deeeus.." (mas que beleza..) ! Analizando os outros aspectos de um desenho infantil..
Você por acaso já observou pessoas de óculos? Certamente pode ter visto raras vezes, mas é fato que nunca falta um solzinho de óculos de fundo, não é?!
Hoje em dia não sei nem mais se as crianças desenham sóis, nem óculos. Não sei se as crianças do século vinte e um desenham com frequência, minha atividade favorita durante a infância.
Agora de uma coisa eu tenho certeza, se elas forem desenhar sóis quatro-olhos, irão desenhar algum modelo ultra-moderno que elas viram na revista ou na televisão, da Ray-Ban, Prada sei lá o quê mais. Como estão ficando fúteis, as crianças!
Lembro que toda vez que começava um rabisco, começava pelo céu, as nuvens, o sol. E tinha uma prima que adorava aquele meu sol "jegue" no canto da folha. Era constante ouvir a sua voz quando tinha minha obra-prima finalizada:

- Posso copiar teu sol? - ela dizia.